Como calculamos
Produtos financeiros ruins: estimativa média de 3% a 6,5% da renda mensal, ponderada pela chance de o perfil carregar produtos vendidos por comissão. Sobe com casamento e filhos (mais consórcio, capitalização e seguros empurrados) e com a idade acima de 45 (saldos maiores em previdência cara e dinheiro parado). Perfis de renda alta atendidos por gerente recebem mais produto empurrado.
Impostos: percentual da renda definido pela ocupação. Médicos e profissionais liberais recebendo como pessoa física pagam alíquotas de até 27,5% onde uma PJ bem estruturada pagaria entre 6% e 11%. Para CLT e servidor a margem é menor e vem de deduções não aproveitadas (dependentes, saúde, educação, previdência dedutível na declaração completa).
Gastos invisíveis: estimativa média de 4% a 10% da renda em consumo sem planejamento: delivery, assinaturas esquecidas, viagens compradas sem antecedência, parcelamentos e juros. Maior em perfis jovens e solteiros, menor em famílias com orçamento apertado.
O que os dados institucionais mostram:
· IBPT: 95% das empresas brasileiras pagam mais impostos do que deveriam, por erro de apuração ou desconhecimento de benefícios fiscais.
· IBPT: a carga tributária consome 41,1% da renda do cidadão; o brasileiro trabalha 150 dias por ano para pagar impostos.
· Banco Central (SVR): mais de R$ 10 bilhões seguem esquecidos em bancos, consórcios e instituições financeiras, a maior parte pertencente a pessoas físicas.
· ANBIMA / Datafolha (Raio X do Investidor): a poupança ainda é o produto mais usado por quem investe (61%); 31% da população não tem reserva; só 12% de quem poupou transformou em investimento.
· CNDL / SPC Brasil: 62% dos consumidores fazem compras por impulso na internet; 40% gastaram mais do que podiam; 35% contraíram dívidas por isso.
O que é calibragem nossa: os percentuais aplicados a cada perfil (faixas por idade, ocupação, estado civil e filhos) são estimativas construídas sobre esses padrões, não estatística publicada por instituição.
Os valores são estimativas médias construídas a partir de premissas declaradas acima, para fins de conscientização. Não constituem estatística oficial, promessa de rentabilidade, recomendação de investimento, proposta de seguro nem consultoria tributária; a estruturação fiscal exige análise individual com contador habilitado. O número real de cada pessoa só aparece no diagnóstico individual do Prime Legacy.